Caracterização Física e Classificação dos Solos
PRINCIPAIS INSTRUMENTOS
Para fazer ensaios de solos com sucesso é necessário ter o instrumental adequado. É possível montar uma unidade excelente, sem o custo de um grande laboratório de solos. É fundamental estar totalmente equipado - para alcançar os objetivos desejados. Mais importante que tudo o mais, cada elemento do pessoal – do auxiliar de laboratório ao engenheiro-chefe – deve estar suficientemente treinado para as tarefas de sua competência.
Uma corrente que tenha um elo partido está quebrada, uma máquina a que falta uma peça não funciona, uma equipe técnica não sobrevive se faltar competência ou perfeita honestidade a um de seus elementos.
Para PROSPECÇÃO, os instrumentos principais são simples, fortes e de baixo custo:
Trados (incluindo cabo e extensões) e escavadeiras;
Ferramentas de uso geral, como enxadas, pás e picaretas;
Balanças de campo (capacidade na ordem de grandeza 30 Kg);
Baldes e bacias;
Recipientes para transporte de amostras sem perda de umidade (sacos plásticos, caixas, potes com tampa);
Fontes de calor portáteis (fogareiro a gás, gasolina, querosene...);
Parafina (para impermeabilizar amostras indeformadas);
Conjuntos para obter amostras indeformadas (martelos, talhadeiras e espátulas, arco de serra, conjunto cilindro de cravação, etc.);
Outros ensaios de campo, como os de penetração, provas de carga, cisalhamento com a palheta (Vane Test), empregam equipamentos especiais.
Para CONTROLE de serviços executados no campo, principalmente em compactação de solos, são utilizados:
Conjuntos para determinar o peso específico aparente;
Conjuntos para determinar a umidade de amostras no campo.
Em grandes obras, a necessidade de efetuar grande número de ensaios em curtos períodos de tempo pode indicar o uso de equipamentos nucleares para estes dois controles, embora tenham custo elevado de aquisição e manutenção. Como outros instrumentos especiais, serão mencionados oportunamente. Em LABORATÓRIO (fixo ou de campo), são necessários:
• Estufa para secar amostras (atualmente são elétricas, e com regulagem para manter temperaturas razoavelmente estáveis. As faixas de temperatura mais usadas são entre 100 e 105 ou entre 60 e 65 graus centígrados). Já foram populares estufas à base de combustíveis.
• Dessecador (recipiente contendo material hidrófilo, utilizado para arrefecer amostras que foram aquecidas, antes de sua pesagem, para que não absorvam umidade do ar enquanto perdem calor);
• Peneiras especiais para laboratório de solos;
• Agitador de peneiras;
• Dispersor;
• Bomba de vácuo;
• Balanças aferidas ou calibradas, com capacidades e precisão compatíveis com o objetivo de sua utilização;
• Instrumentos de uso geral, como picnômetros, provetas, pipetas, copos (béquer), picetas (seringas de borracha), conta-gotas, bastões de vidro, moldes, cronômetro, termômetro, alarme de tempo (despertador), cápsulas metálicas, bandejas metálicas;
• Almofariz e mão-de-gral (gral e mão-de-pilão);
• Instrumentos específicos para execução de ensaios especiais, como os de consistência, compactação, CBR (Califórnia Bearing Ratio), cisalhamento, permeabilidade, compressão simples e triaxial, etc.
CBR (Califórnia Bearing Ratio), cisalhamento, permeabilidade, compressão simples e triaxial, etc. Ao listar as ferramentas necessárias em um laboratório, não se deve esquecer de acrescentar as ferramentas de uso geral, como arco de serra (para cortar amostras indeformadas), escovas de aço e trinchas (tipo de pincel), formões, facas e espátulas, alicate, chaves de fenda, régua de aço graduada, colher, limas (para afiar trados e outras ferramentas), chave para tubos, chave inglesa, etc.
Os materiais de consumo mais notáveis são parafina, mercúrio, álcool e éter sulfúricos, água destilada, soluções floculantes e defloculante, óleo (fino e grosso), folhas de serra, fitas para impermeabilizar (isolante, gomada, de vedação), sacos de lona, sacos plásticos, lápis de cera, lápis e caneta, toalhas de papel, toalha, panos de limpeza, etiquetas, cadernos de notas, papéis (fichas para anotar dados de ensaios, nomogramas, folhas impressas especiais), cordas e barbante, ingredientes de limpeza, material para vedar (celofane, folhas plásticas).
A organização de um laboratório é fundamental para sua eficiência.
Da organização fazem parte a localização, a disposição (lay-out), e regras de utilização. Bons locais são porões (por causa do ar fresco e úmido) e andar térreo de prédios (compactação de amostras em andares superiores incomoda outros ocupantes do prédio).
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PRINCIPAIS INSTRUMENTOS
Para fazer ensaios de solos com sucesso é necessário ter o instrumental adequado. É possível montar uma unidade excelente, sem o custo de um grande laboratório de solos. É fundamental estar totalmente equipado - para alcançar os objetivos desejados. Mais importante que tudo o mais, cada elemento do pessoal – do auxiliar de laboratório ao engenheiro-chefe – deve estar suficientemente treinado para as tarefas de sua competência.
Uma corrente que tenha um elo partido está quebrada, uma máquina a que falta uma peça não funciona, uma equipe técnica não sobrevive se faltar competência ou perfeita honestidade a um de seus elementos.
Para PROSPECÇÃO, os instrumentos principais são simples, fortes e de baixo custo:
Trados (incluindo cabo e extensões) e escavadeiras;
Ferramentas de uso geral, como enxadas, pás e picaretas;
Balanças de campo (capacidade na ordem de grandeza 30 Kg);
Baldes e bacias;
Recipientes para transporte de amostras sem perda de umidade (sacos plásticos, caixas, potes com tampa);
Fontes de calor portáteis (fogareiro a gás, gasolina, querosene...);
Parafina (para impermeabilizar amostras indeformadas);
Conjuntos para obter amostras indeformadas (martelos, talhadeiras e espátulas, arco de serra, conjunto cilindro de cravação, etc.);
Outros ensaios de campo, como os de penetração, provas de carga, cisalhamento com a palheta (Vane Test), empregam equipamentos especiais.
Para CONTROLE de serviços executados no campo, principalmente em compactação de solos, são utilizados:
Conjuntos para determinar o peso específico aparente;
Conjuntos para determinar a umidade de amostras no campo.
Em grandes obras, a necessidade de efetuar grande número de ensaios em curtos períodos de tempo pode indicar o uso de equipamentos nucleares para estes dois controles, embora tenham custo elevado de aquisição e manutenção. Como outros instrumentos especiais, serão mencionados oportunamente. Em LABORATÓRIO (fixo ou de campo), são necessários:
• Estufa para secar amostras (atualmente são elétricas, e com regulagem para manter temperaturas razoavelmente estáveis. As faixas de temperatura mais usadas são entre 100 e 105 ou entre 60 e 65 graus centígrados). Já foram populares estufas à base de combustíveis.
• Dessecador (recipiente contendo material hidrófilo, utilizado para arrefecer amostras que foram aquecidas, antes de sua pesagem, para que não absorvam umidade do ar enquanto perdem calor);
• Peneiras especiais para laboratório de solos;
• Agitador de peneiras;
• Dispersor;
• Bomba de vácuo;
• Balanças aferidas ou calibradas, com capacidades e precisão compatíveis com o objetivo de sua utilização;
• Instrumentos de uso geral, como picnômetros, provetas, pipetas, copos (béquer), picetas (seringas de borracha), conta-gotas, bastões de vidro, moldes, cronômetro, termômetro, alarme de tempo (despertador), cápsulas metálicas, bandejas metálicas;
• Almofariz e mão-de-gral (gral e mão-de-pilão);
• Instrumentos específicos para execução de ensaios especiais, como os de consistência, compactação, CBR (Califórnia Bearing Ratio), cisalhamento, permeabilidade, compressão simples e triaxial, etc.
CBR (Califórnia Bearing Ratio), cisalhamento, permeabilidade, compressão simples e triaxial, etc. Ao listar as ferramentas necessárias em um laboratório, não se deve esquecer de acrescentar as ferramentas de uso geral, como arco de serra (para cortar amostras indeformadas), escovas de aço e trinchas (tipo de pincel), formões, facas e espátulas, alicate, chaves de fenda, régua de aço graduada, colher, limas (para afiar trados e outras ferramentas), chave para tubos, chave inglesa, etc.
Os materiais de consumo mais notáveis são parafina, mercúrio, álcool e éter sulfúricos, água destilada, soluções floculantes e defloculante, óleo (fino e grosso), folhas de serra, fitas para impermeabilizar (isolante, gomada, de vedação), sacos de lona, sacos plásticos, lápis de cera, lápis e caneta, toalhas de papel, toalha, panos de limpeza, etiquetas, cadernos de notas, papéis (fichas para anotar dados de ensaios, nomogramas, folhas impressas especiais), cordas e barbante, ingredientes de limpeza, material para vedar (celofane, folhas plásticas).
A organização de um laboratório é fundamental para sua eficiência.
Da organização fazem parte a localização, a disposição (lay-out), e regras de utilização. Bons locais são porões (por causa do ar fresco e úmido) e andar térreo de prédios (compactação de amostras em andares superiores incomoda outros ocupantes do prédio).
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