Sete ferramentas da qualidade - Ishikawa menciona que 95% dos problemas da qualidade podem ser resolvidos através do uso destas ferramentas.
Sete ferramentas da Qualidade
Ao número sete são atribuídas características meio cabalísticas, porém quero crer que no universo da gestão isto não tenha tido impacto, que seja mera coincidência. Hoje iremos enumerar estas sete ferramentas da qualidade, para posteriormente descrevermos com mais detalhes cada uma delas.
Sete ferramentas de Gerenciamento
Apenas como recordatório, e para auxiliar o leitor a descobrir mais sobre as ferramentas de gerenciamento, enumeramos quais são elas, com os respectivos links:
Diagrama de afinidade (método KJ)
Diagrama de inter-relações
Diagrama de árvore
Diagrama Matricial
Análise matricial de dados
Diagrama de setas
Process Decision Program Chart (PDPC)
Sete ferramentas da Qualidade – quais são
As sete ferramentas da qualidade foram amplamente divulgadas por Kaoru Ishikawa (que é também o criador de uma destas ferramentas), inspirado em uma série de palestras que Edwards Deming apresentou para engenheiros e cientistas no Japão, e que foram marcantes para o despertar industrial do Japão. Ishikawa observou que 95% dos problemas da qualidade poderiam ser resolvidos por estas ferramentas.
Histograma: problemas e dados sobre a qualidade de produtos costumam ser levantados através de relatórios de quantidade de ocorrências. Porém, para melhor visualização destes dados, costuma-se colocá-los na forma de gráfico de barras, denominados histogramas.
Fluxograma: toda organização trabalha através de processos, sejam estes industriais ou administrativos. Os processos podem ser melhor visualizados através de fluxogramas, o que permite uma avaliação mais adequada, e identificar possíveis melhorias nos processos.
Controle estatístico de processo ou Carta de controle: um fator crítico para a qualidade é a estabilidade dos processos que geram um produto ou serviço. De nada adianta um “chef de cuisine” criar um prato genial, se não conseguir repeti-lo sempre que necessário. As cartas de controle permitem verificar a estabilidade dos processos.
Diagrama de dispersão: esta é uma das ferramentas mais técnicas da qualidade. Trata-se de dados relativos a variáveis de processos, dispostas de forma gráfica, permitindo verificar se há correlação entre estas variáveis, se é uma correlação positiva ambas variam no mesmo sentido, seja aumentando ou diminuindo), ou uma correlação negativa (quando uma variável aumenta, a outra diminui), ou se não correlação entre as variáveis.
Folha de verificação: estabelecidos os parâmetros que um produto ou serviço deve apresentar, a lista destes parâmetros, com a possibilidade de uma rápida verificação da conformidade, constitui uma lista de verificação ou check-list.
Diagrama de Ishikawa (também conhecido como diagrama causa-efeito, ou espinha de peixe): é uma das mais populares ferramentas da qualidade, permitindo analisar um problema e descobrir quais as causas deste problema, de forma estruturada.
Gráfico de Pareto: também conhecido como princípio 80/20, foi criação do economista italiano Vilfredo Pareto, e depois fortemente divulgado por Joseph Juran, que percebeu que 80% dos problemas da qualidade têm habitualmente sua origem em 20% das causas possíveis. Portanto, tratando-se prioritariamente estes 20%, consegue-se uma drástica redução nos problemas da qualidade.
Fonte: Blogtek
Ao número sete são atribuídas características meio cabalísticas, porém quero crer que no universo da gestão isto não tenha tido impacto, que seja mera coincidência. Hoje iremos enumerar estas sete ferramentas da qualidade, para posteriormente descrevermos com mais detalhes cada uma delas.
Sete ferramentas de Gerenciamento
Apenas como recordatório, e para auxiliar o leitor a descobrir mais sobre as ferramentas de gerenciamento, enumeramos quais são elas, com os respectivos links:
Diagrama de afinidade (método KJ)
Diagrama de inter-relações
Diagrama de árvore
Diagrama Matricial
Análise matricial de dados
Diagrama de setas
Process Decision Program Chart (PDPC)
Sete ferramentas da Qualidade – quais são
As sete ferramentas da qualidade foram amplamente divulgadas por Kaoru Ishikawa (que é também o criador de uma destas ferramentas), inspirado em uma série de palestras que Edwards Deming apresentou para engenheiros e cientistas no Japão, e que foram marcantes para o despertar industrial do Japão. Ishikawa observou que 95% dos problemas da qualidade poderiam ser resolvidos por estas ferramentas.
Histograma: problemas e dados sobre a qualidade de produtos costumam ser levantados através de relatórios de quantidade de ocorrências. Porém, para melhor visualização destes dados, costuma-se colocá-los na forma de gráfico de barras, denominados histogramas.
Fluxograma: toda organização trabalha através de processos, sejam estes industriais ou administrativos. Os processos podem ser melhor visualizados através de fluxogramas, o que permite uma avaliação mais adequada, e identificar possíveis melhorias nos processos.
Controle estatístico de processo ou Carta de controle: um fator crítico para a qualidade é a estabilidade dos processos que geram um produto ou serviço. De nada adianta um “chef de cuisine” criar um prato genial, se não conseguir repeti-lo sempre que necessário. As cartas de controle permitem verificar a estabilidade dos processos.
Diagrama de dispersão: esta é uma das ferramentas mais técnicas da qualidade. Trata-se de dados relativos a variáveis de processos, dispostas de forma gráfica, permitindo verificar se há correlação entre estas variáveis, se é uma correlação positiva ambas variam no mesmo sentido, seja aumentando ou diminuindo), ou uma correlação negativa (quando uma variável aumenta, a outra diminui), ou se não correlação entre as variáveis.Folha de verificação: estabelecidos os parâmetros que um produto ou serviço deve apresentar, a lista destes parâmetros, com a possibilidade de uma rápida verificação da conformidade, constitui uma lista de verificação ou check-list.
Diagrama de Ishikawa (também conhecido como diagrama causa-efeito, ou espinha de peixe): é uma das mais populares ferramentas da qualidade, permitindo analisar um problema e descobrir quais as causas deste problema, de forma estruturada.
Gráfico de Pareto: também conhecido como princípio 80/20, foi criação do economista italiano Vilfredo Pareto, e depois fortemente divulgado por Joseph Juran, que percebeu que 80% dos problemas da qualidade têm habitualmente sua origem em 20% das causas possíveis. Portanto, tratando-se prioritariamente estes 20%, consegue-se uma drástica redução nos problemas da qualidade. Fonte: Blogtek